Este é o meu espaço em que todos somos convidados a dar "uma outra visão" sobre que aqui é escrito e retratado. Nada de choraminguices, apenas boa disposição, relatos da minha vida quotidiana e também alguma reflexão sobre a sociedade em geral.
Descendo umas divisões, embora sem descer no nível, aproveito a onda do clássico para falar da época do "meu" Clube Futebol Benfica, vulgo Fó-fó. Depois de um bom arranque no campeonato, a equipa passou por um período menos bom, amealhando uns quantos empates e derrotas que a fez ficar umas cinco ou seis jornadas sem vencer. A semana passada voltámos a vencer, e hoje no começo da 2º volta voltámos a vencer,desta feita por 6-4 (resultado digno de um jogo de futsal, embora muito comum nos campeonatos distritais de futebol de 11), o que nos mantém no 6º lugar entre 18 equipas. Infelizmente ou felizmente, as vitórias vão sendo das poucas alegrias de jogadores e treinadores. A verdade é que a falta de apoio por parte dos dirigentes do clube, ou melhor, a inexistência absoluta dela, deita por terra toda a motivação que possamos ainda ter. Ter uma equipa A de séniores a jogar num campeonato nacional de Portugal não é o mesmo que ter uma equipa B de séniores num Campeonato Distrital de Lisboa. Não é preciso ser-se um grande conhecedor de futebol para reconhecer isso. São inúmeros os episódios tristes de desrespeito, desleixe, parcialidade, desorganização, entre muitos outros aspectos negativos existentes... só com a equipa B. Positivamente, pouco ou nada à a dizer. É exactamente o facto de não haver nada positivo a referir, que me faz duvidar que continue por lá muito mais tempo. Para já, o único argumento que posso auferir é de que tenho muito prazer em jogar futebol e tenho jogado, sem nunca esquecer como foi difícil encontrar um clube para voltar a jogar novamente. Ao mesmo tempo, sinto-me com capacidades para evoluir ainda um pouco mais, estar uns "furos acima", como se costuma dizer.
Aqui estou, no rescaldo do jogo do meu Benfica ante o eterno rival Porto, num empate que só sabe a derrota, porque o Sporting deslizou em casa diante do Sporting de Braga.
Pedro Proença quer «dignificar arbitragem portuguesa» no Dragão
Pedro Proença quer «dignificar a arbitragem portuguesa» no clássico entre FC Porto e Benfica, mostrando-se decidido a contribuir para um bom espectáculo no Estádio do Dragão.
«Sinto-me um privilegiado por poder estar aqui hoje, dá-me um grande contentamento e satisfação. Espero que todos nós, árbitros, jogadores e treinadores saibamos respeitar o público», disse o juiz lisboeta, em declarações à Sport TV.
Com a arbitragem portuguesa envolta em polémica, Pedro Proença lembra que «há coisas mais sérias e mais graves na vida» do que um jogo de futebol. «Temos que usufruir da oportunidade e saber viver as emoções. Nós, árbitros, vamos tentar ser felizes», referiu.
Questionado sobre se o facto de ser sócio do Benfica poderia influenciar as suas decisões, Pedro Proença foi peremptório. «Sou árbitro há 20 anos. A minha única preocupação é dignificar a arbitragem portuguesa. Todos temos as nossas convicções, mas ou somos competentes ou não somos», atirou.
Não sei quem lançou o boato, mas custa-me a crer que este árbitro seja realmente sócio do Benfica. Desta vez foi o árbitro, noutras é o jogador que cabeceia ao lado, o que falha o penalty nos últimos minutos... Força Benfica, pois os meus anos a ver-te jogar dizem-me que não vão ser estes dois pontos perdidos que te vão custar o campeonato. Há agora que ganhar aos mais "pequenos".
A vida tem destas voltas estranhas Que te confundem nas suas manhas Faz-te tantas vezes perder o Norte e a razão E crava as garras no teu coração
Não pede desculpa, não pára p'ra ver Confunde os teus sonhos até te perder Faz-te tantas vezes sentir o dono do Mundo E de repente deixa-te só (oooooo)
A vida tem destas voltas estranhas Onde te prendes e te emaranhas Faz-te tantas vezes rodar como um pião E crava as garras no teu coração
Mas depois.. P'ra te consolar... Dá-te o céu e as estrelas... O calor e o mar.. Faz-te sonhar... E faz-te morrer.. Mas deixa-te sempre, mais uma vez Sarar as feridas e amanhecer...
A vida tem destas voltas estranhas Que te confundem nas suas manhas Faz-te tantas vezes perder o Norte e a razão E crava as garras no teu coração
Não pede desculpa, não pára p'ra ver Confunde os teus sonhos até te perder Faz-te tantas vezes sentir o dono do Mundo E de repente deixa-te só (oooooo)
Mas depois.. P'ra te consolar... Dá-te o céu e as estrelas... O calor e o mar.. Faz-te sonhar... E faz-te morrer.. Mas deixa-te sempre, mais uma vez Sarar as feridas e amanhecer...
Lamber as lágrimas, sarar as feridas E amanhecer....
Neste mundo de consumismo, onde houver diversificados bens de consumo, haverá igualmente concorrência entre variadas marcas. Se somos esquisitos no calçado, no arroz que se gasta lá em casa, nos telemóveis... enfim, uma enormidade de coisas, isto acontece principalmente porque "os outros eram bons e duraram muitos anos". Eu também partilho dessa crença, embora actualmente já esteja mais predisposto a arriscar cada vez mais nas ditas marcas brancas, mais baratas e muitas vezes de qualidade tão boa ou superior às marcas de maior escala. Em minha casa, à muitos anos que se compra sempre a mesma marca de cotonetes. Esta é uma das coisas a que quase nem se olha a marca, dado o seu baixo custo comercial. Durante muitos anos a limpar os ouvidos, nunca me apercebi do curioso nome desses mesmos cotonetes: cotonetes Pinoca.
Para os que possam estar menos familiarizados com o sentido deturpante que esta palavra tomou nos últimos anos, uma vez que fui ver e nos dicionários vem que pinoca significa janota; a gíria popular diz que pinoca é o mesmo que "dar uma cambalhota". Aquele que seria o nome ideal para uma empresa de preservativos, é afinal o nome de uma cotoneteira (creio que a palavra não existe). E daí, agora que penso melhor, Durex e Control também têm o seu quê de razão de acordo com o produto que comercializam. Seria uma luta disputada, em termos de naming. Imagino possíveis comentários: "Olha, é aquele que usa os cotonetes Pinoca...deve ser cá um Pinoqueiro".
Assíduo leitor de jornais desportivos, principalmente nos sites da internet, não posso deixar de fazer referência à fantástica capa que A Bola publicou ontem, relativamente ao fracasso das negociações entre Sporting e o Bolton de Inglaterra para a transferência do Miguel Veloso. Em letras bem grandes, pode ler-se que o "pobre" jogador está destroçado, e que "chegou a ponderar abandonar o futebol mas hoje já deve apresentar-se". De facto, deve ser no mínimo "destroçante" para um jogador, deixar de ganhar uns não sei quantos mil euros por semana num clube inglês, para ficar noutro em que ganha igualmente uns não sei quantos mil euros. Esta é sem dúvida, uma das capas mais hilariantes publicadas por um jornal desportivo nos últimos tempos. E com os inúmeros casos que têm havido no futebol português, desde corrupção, a enganos grosseiros dos árbitros, passando pela tradução para português de goal average e o recurso que nem sequer foi apreciado por não ser dirigido à pessoa/entidade correcta, sabe sempre bem ter estes bocadinhos de diversão... "Miguel, agora só uma assim de lado como se fosses um gatinho abandonado, pode ser?"
Uma grande música de Lenny Kravitz... "Dancin Till Dawn".
The way she moves Really talks to me I'm going out of my mind 'Cause the way that she winds Is truly divine
She takes her time As she approaches me Then she gives me the sign As she moves her behind That only God would design
Like a bullet from a gun The DJ makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancin' til dawn
The lights are low She likes to dance for me It's making me high 'Cause the look in her eye Is hot as July Hey
The night is young Gold bar's the place to be The music is right Cause the dj is tight Zappa into Barry White, yeah
Like a bullet from a gun The DJ makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancin' til dawn
Like a bullet from a gun The DJ makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancin' til dawn
Like a bullet from a gun The dj makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancin' til dawn
Like a bullet from a gun The dj makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancing til dawn
Like a bullet from a gun The DJ makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor She keeps me dancing til dawn She keeps me dancing
Like a bullet from a gun The dj makes a run When she feels a beat my baby I can't get her off the floor
Estar de férias tem a sua filosofia. É uma arte que nem todos dominam. Quem diz que nas férias é para dormir até tarde, engana-se. Ou melhor, está metade certo. Deve-se dormir até tarde q.b, talvez os dois primeiros dias de férias. Isto porque se passamos quase metade do dia a dormir, como gozamos os dias em que não temos que cumprir as nossas obrigações diárias? Comecei a levantar-me ao 12h, agora já ando com uma média de 10h30m/11 horas. E é para manter. A tarde, dedico-a a pôr ordem ao meu arquivo de filmes que tenho para ver, alguns deles à meses. Nesse campo, a média está a ser de seis filmes em apenas dois dias, embora um deles eu já tivesses visto uma grande parte. Vivam as férias, vivam os momentos de lazer. E é bom saber que recomeço as aulas apenas a dia 8 de Fevereiro e que, pouco tempo depois, haverá mais 15 dias para gozar da Páscoa. Peço desculpa pela pirraça que este post possa causar aos mais "sensíveis".
Muitas foram as vezes em que usei o blog para expressar o meu descontentamento com determinadas situações vividas na faculdade. A verdade é que nem tudo é - nem o deve ser - negativo. Entrei já na minha segunda semana de férias intercalares, dedicadas especialmente a quem tem de fazer exames. Ao longo destes dias, as notas foram saíndo, e apesar de haver um ou outro valor aqui e ali que ficou no bolso do professor vá-se lá saber porquê, fiquei satisfeito com os resultados obtidos. Nestes mesmos dias de "não-faz-nenhum", vou encarando os tempos que se avizinham. Com a chegada do 2º semestre, anima-me pensar que vou ter o tão aguardado estágio. Quanto mais não seja, a aprender a mudar fraldas em série. Fico igualmente contente, porque significa que falta pouco para terminar a primeira metade do curso. Ah, e é verdade: ser sincero e frontal por vezes tem as suas consequências. A professora de Fonologia (aquela com quem discuti bastante as nossas diferentes perspectivas) deu-me um 12 no final, não correspondente com o que realmente merecia. Estatutos.
Quase dois anos depois de se candidatar publicamente a presidente dos EUA, eis que Barack Obama recebeu o testemunho do agora seu antecessor George W. Bush, que deixará saudades a pouca ou nenhuma gente. Não vai ser difícil fazer esquecer o trabalho (qual trabalho?!) realizado por esse presidente. Ontem à noite tive a oportunidade de assistir na Rtp2, a uma biografia que relatava o percurso pessoal e político daquele que será doravante, um dos homens mais poderosos do mundo. De facto, acredito que não será apenas por ser o primeiro presidente negro da história dos EUA que vai dar nas vistas. Barack Obama é dono de um discurso tão fluente, tão directo e ao mesmo tempo tão vibrante, que consegue cativar até os mais descrentes. Eu diria até que ele é como se fosse o Mourinho da política, embora sem a enorme arrogância e prepotência das quais este último usa e abusa. Muito sinceramente, acredito que esse país está agora em boas mãos, mãos essas de um bom homem que conhece bem o que é ter esperança e respeito. Não sei se repararam, mas Barack Obama é claramente afecto ao Benfica. Quando um homem tem uma ocasião especial, em que precisa de vestir o seu melhor fato, pôe sempre a sua gravata preferida. Viram de que cor era a gravata que Obama usou na tomada de posse?
A música desta semana representa o regresso dos Coldplay às minhas escolhas musicais, desta feita com "Lost", depois do sucesso alcançado no ano passado com "Violet Hill" e "Viva La Vida". Uma demonstração do excelente trabalho que este grupo tem vindo a desenvolver no mundo da música, para gáudio dos seus fãs. Atentem bem ao primeiro verso da música, o que para mim consiste numa verdade absoluta e inegável: "Just because I'm losing, doesn't mean I'm lost." (em português, qualquer coisa como: lá porque estou a perder, isso não significa que esteja perdido.)
Just because I'm losing Doesn't mean I'm lost Doesn't mean I'll stop Doesn't mean I'm across
Just because I'm hurting Doesn't mean I'm hurt Doesn't mean I didn't get what I deserved No better and no worse
I just got lost! Every river that I tried to cross Every door I ever tried was locked Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off
You might be a big fish In a little pond Doesn't mean you've won 'Cause along may come A bigger one
And you'll be lost! Every river that you tried to cross Every gun you ever held went off Ohhh and I'm just waiting until the firing's stopped Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off
Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off
Novo look do blog para este 2009. Quer dizer, semi-novo porque em relação ao anterior a diferença é basicamente só ao nível das cores, o formato é o mesmo. Já andava um bocado enjoado daquele verde relva, então decidi inovar. Outras mudanças se verificaram. A música de fundo desapareceu para já, (esta é por vocês, fiéis seguidoras Carla e Susana), e agora há um conteúdo onde podem identificar-se como seguidores do meu blog. Por outro lado, mantém-se a mariquice do contador que regista as visitas ao blog que conta já com cerca de 370 visitantes. À boa maneira daqueles sites das grandes empresas, declaro o objectivo pessoal de atingir no fim deste ano as mil visitas. Note-se que quando criei este contador, tive a preocupação de as minhas próprias visitas à página não serem contabilizadas, bem como o facto de só ser contabilizada cada visita nova. Isto tudo, somente para curiosos efeitos estatísticos. Porque uma pessoa tem de arranjar coisas com que se distrair...
Passam-se hoje três anos sobre o falecimento da minha tia. Recordo com tristeza esse dia fatídico que ainda hoje perdura na minha memória, bem como na memória de toda a minha família e daqueles que a queriam bem. Este é apenas um simples meio que serve para prestar a minha muito sentida homenagem, por tudo aquilo que representaste e continuas a representar não só na minha vida como na vida de cada um de nós. Sei que Deus te acolheu na sua Casa, e que continuarás sempre a olhar por nós.
Sexta-feira passada, chegou ao fim o 1º semestre do meu 2º ano do curso, num total de 4 anos necessários para ter o "canudo na mão". Gostava de chegar a esta altura, e partilhar um pouco dos novos saberes que adquiri ao longo deste período, porque sei que as temáticas relacionadas com o meu curso (Educação Básica) são, no mínimo, "engraçadas" por aquilo que tratam. A verdade é que se o propósito principal da minha licenciatura é formar bons educadores/professores, durante este semestre aprendi pouco sobre o que isso deverá ser. Não por culpa própria, nem mesmo por desleixe com testes ou trabalhos. O leque de professores que calhou em sorte à minha turma não foi o melhor. Numa conversa de amigos, partilhamos inúmeras vezes os mais variados e insólitos episódios vividos por nós no nosso ensino básico ou secundário. A professora de matemática das ancas largas que expulsava todos os dias uns quantos alunos, as bacoradas da professora de Físico-Química, a notável falta de conhecimentos da boa pessoa que era a professora de Inglês. Na minha faculdade, está bem presente a necessidade de os professores serem um excelente exemplo para os seus alunos, pois são exemplo vivo e directo daquilo que deverá ser um bom professor. Infelizmente, não foi isso que senti durante o 1º semestre. De oito professores, apenas não consigo fazer "queixas" de um deles. Um professor íntegro, sensato, imparcial, sem nunca perder a sua boa disposição e autoridade dentro da sala de aula e nas relações com os alunos. Tiro o chapéu a esse professor, e não deixei de o dizer na auto-avaliação da cadeira. Já os restantes, contribuíram para alguma desmotivação pessoal, desde a parcialidade com que actuaram nas notas dos trabalhos, na irresponsabilidade demonstrada pelo incumprimento de prazos que os professores devem seguir, pela prepotência demonstrada em diversas cadeiras. Sexta-feira foi igualmente dia de "arrebenta a bolha". No culminar de uma relação que se tornou bastante atribulada e ríspida entre a turma e uma professora, chegou-se ao "julgamento final." Cerca de metade da turma aproveitou para desabafar sobre o mal-estar que existiu nessa cadeira, confontando a professora com aspectos negativos da sua pedagogia e postura. Apelidei essa professora de irresponsável, e estou consciente do quão negativo isso poderá ser para mim na nota final, mas sinto ao mesmo tempo que tive que "tê-los no sítio" para ser tão frontal e destemido como fui. Foram várias as vezes em que esta professora não deu aulas apenas por "não dar", fazendo o aviso com uma meia hora de antecedência, os inúmeros telefonemas que atendia no meio da sala, por vezes interrompendo diálogos com os alunos. Tempo de férias, tempo de descanso e de esperança de que o próximo semestre seja "recheado" de melhores professores, atentos aos seus alunos e preocupados com a conduta que transmitem.
Há quem o considere milagre, há quem considere pura sorte, há ainda quem louve o trabalho magnífico do piloto perante aquilo a que assistimos no início da noite de ontem. Para mim, foi uma mescla destes elementos todos.
Lightning crashes, a new mother cries her placenta falls to the floor the angel opens her eyes the confusion sets in before the doctor can even close the door
lightning crashes, an old mother dies her intentions fall to the floor the angel closes her eyes the confusion that was hers belongs now, to the baby down the hall
oh I feel it comin' back again like a rollin' thunder chasing the wind forces pullin' from the center of the earth again i can feel it.
lightning crashes, a new mother cries this moment she's been waiting for the angel opens her eyes pale blue colored iris, presents the circle and puts the glory out to hide, hide
oh i feel it comin back again like a rollin' thunder chasing the wind forces pulli froom the center of the earth again i feel it, i can feel it
Nesta primeira semana que o novo ano já leva, retomo a rubrica da "música da semana", criada por mim o ano passado, para partilhar convosco algumas sugestões/gostos particulares. Embora nos últimos... talvez dois meses, não tenha conseguido corresponder a tempo e horas com a colocação regular desta rubrica, comprometo-me a rigorosamente colocar a tempo e horas uma música todas as quarta-feiras, uma música que possa estimular durante uns poucos minutos de intervalo, o vosso dia de trabalho ou de estudos. Recomeço e começo este ano, com uma música que está entre as minhas preferidas das que conheci no ano passado e que inclusivamente foi aqui "Música da Semana" ainda não à muito tempo, e que pertence à revelação de 2008: Jason Mraz, com a colaboração de James Morrison a cantar "Details in the Fabric". Porque são alguns detalhes da nossa "fábrica" que muitas vezes nos distinguem dos demais e que no fim do ano nos fazem sentir melhores pessoas.
Calm down Deep breaths And get yourself dressed instead Of running around And pulling all your threads saying Breaking yourself up
If it's a broken part, replace it If it's a broken arm then brace it If it's a broken heart then face it
And hold your own Know your name And go your own way Hold your own Know your name And go your own way
And everything will be fine Everything will be fine mmmhmm
Hang on Help is on the way Stay strong I'm doing everything
Hold your own Know your name And go your own way Hold your own Know your name And go your own way
And everything, everything will be fine Everything
Are the details in the fabric Are the things that make you panic Are your thoughts results of static cling?
Are the things that make you blow Hell, no reason, go on and scream If you're shocked it's just the fault Of faulty manufacturing.
Yeah everything will be fine Everything in no time at all Everything
Hold your own And know your name And go your own way
Are the details in the fabric (Hold your own, know your name) Are the things that make you panic Are your thoughts results of static cling? (Go your own way)
Are the details in the fabric (Hold your own, know your name) Are the things that make you panic (Go your own way) Is it Mother Nature's sewing machine?
Are the things that make you blow (Hold your own, know your name) Hell no reason go on and scream If you're shocked it's just the fault (Go your own way) Of faulty manufacturing
Everything will be fine Everything in no time at all Hearts will hold
Sábado de uma noite fria, com o Sporting a "espetar" 2-0 ao Setúbal. Apesar de esta ser a descrição de uma noite de horrores, os amigos fazem um esforço e vão ao café simp...anh... Kátia (private joke) como habitualmente o fazem. Café a fechar por volta das 22h como habitualmente o faz, decidimos desta vez experimentar algo não muito habitual nas nossas escolhas: ir aquecer a voz a um karaoke. Para mim, uma bela aposta pois "quem canta seus males espanta", bebe-se à mesma um copo e conversa-se. Para além do mais, a semana passada acabámos todos por conversar muito e passar muito tempo juntos durante a passagem de ano (posteriormente farei um breve relato sobre a festança deste ano). Primeiro, a grande revelação da noite: Teixeira e a sua partner e namorada Cátia, encarregando-se de apresentar uma segunda voz brilhante, que tiveram como missão mostrar-nos o "Lado Lunar" de Rui Veloso. Estiveram muito bem, meus amigos. Umas quantas músicas depois, Tânia Rita Guerra e Rui Beto tiveram o prazer de presentear a plateia com "Brincando com o Fogo", vulgo "Cavaleiro Andante". Poderia ficar aqui o resto da tarde a falar dessa actuação mas não posso, tenho que ir para o treino. Por isso, fico-me por uma palavra: brilhante. No fundo, queria referir apenas que está foi uma noite bastante agradável e da qual gostei muito, esperando que a possamos repetir de vez em quando para "desenjoar" das idas aos bares para dois dedos de conversa que muitas vezes nem chega a bom porto, pelo barulho da música que se faz sentir nesses mesmos bares.
Aquando da entrada da minha faculdade para férias natalícias, podia ler-se pela zona do refeitório a seguinte mensagem:
"Durante as férias do Natal, o refeitório encontra-se encerrado para obras de remodelação".
Ter 15 dias de férias na minha faculdade, é o mesmo que dizer que só se vai ter tempo para festejar a véspera e o dia de Natal e a véspera e o dia de ano novo. Bem, não é verdadeiramente assim, mas asseguro que fui lá pelo menos 4 dias das minhas férias para fazer trabalhos. Em alguns desses dias, ponderou-se almoçar por lá mas o refeitório estava, como diz aqui acima, em remodelação. E o que me dizem de regressar hoje à escola, entrar no refeitório, e a única "remodelação" que observo é a mudança de um pequeno móvel do bar, que passou a ser à esquerda quando antes era à direita e a arca dos gelados que recuou ligeiramente para o lugar do móvel?!RIDÍCULO!
Tal como ficara prometido no post anterior, deixo aqui a minha reflexão daquilo que foi para mim este ano de 2008, bem como expectativas geradas para o próximo ano. A conversa, apesar de não ser enfadonha, é inevitavelmente sempre a mesma: este ano passou a correr. Ainda à poucos dias estava entretido a ver algumas fotos da última passagem de ano e notei que me lembro perfeitamente dos momentos em que foram tiradas, como se tivesse sido ontem. O tempo passa por nós, ou nós é que passamos pelo tempo? Este é um aspecto ao qual damos pouca importância ao longo da nossa vida. Secalhar encaramos "um dia, apenas como mais um dia", quando o deveríamos fazer com a consciência de que toda a nossa vida é uma evolução. Uma evolução e, já agora um progresso, que não se alimentam somente de momentos como este em que estou aqui a fazer o balanço do meu ano, mas também de toda a dedicação e empenho que empregamos naquilo que fazemos diariamente, seja no nosso trabalho, escola, com os nossos amigos ou em casa. A nível pessoal, este 2008 foi um bom e feliz ano, onde de todos os meus objectivos anteriores saliento a continuidade do meu "projecto de vida" que é a faculdade e ainda a possibilidade de voltar novamente a jogar futebol. REstes foram, se bem me recordo, as minhas principais intenções que fiz, fora aquelas que penso serem comuns a quase todos nós, (muita saúde e bem-estar das nossas famílias, namorados, amigos e demais conhecidos, por aqueles que não têm nada, pelos que não têm afecto, pelos que passam fome, etc) tal como aqueles pedidos que fazemos relativamente a este mundo em que vivemos. Para 2009, peço a Deus que continue a encher as nossas vidas com o seu Amor. Peço igualmente por todos aqueles que vão ver a passagem de 2008 para 2009 e continuarão a viver na desgraça. São esses os que mais precisam da nossa oração, e também do nosso apoio. Que eu deixe de ser apenas mais um cidadão, para ser um cidadão cada vez mais disponível e atento a ajudar quem mais necessita. Que, em 2009, possa finalmente ter estágio e começar a praticar no" terreno" aquilo que é falado na teoria. Passar a ser mais tolerante com situações a que estou pouco habituado, principalmente na escola. Manter a minha exigência, mas de forma mais contida. Não ter lesões que me deixem sem treinar, fazer um resto de bom campeonato e, se possível, dar um salto para um clube onde possa ganhar algo mais do que a sandes e o sumo no fim do jogo. Estes são os meus desejos para 2009. Provavelmente faltarão aqui alguns, o que é bom sinal. É sinal de que serei empreendedor e nunca ficarei descansado com aquilo que vou obtendo. Espero que esta seja também a tua maneira de ver as coisas, pois é com a tua ajuda, com a ajuda de todos que poderemos melhorar a nossa vida na Terra. Por agora, vou voltar a arrumar as coisas que daqui a pouco faz-se hora de abalar para mais uma passagem de ano fora com os amigos, para Santa Cruz. A todos vocês, amigos e família, ou simples visitantes deste espaço, desejo um Feliz Ano Novo de 2009 repleto de Esperança, Confiança e Amor.
A fazer trabalhos da faculdade mas já com o pensamento na festa da passagem de ano. A pensar no que é preciso levar, nos momentos de diversão e convívio que aí virão. Sempre com a esperança e a vontade de que tudo corra bem, sem (muitos) excessos. Depois de dois anos a seguir o mapa que tinha uma bola a vermelho à volta de Vieira de Leiria, eis que mudamos de ares e decidimos ir para Santa Cruz. A paisagem será a mesma, pois estaremos novamente a um passo da praia. A festa que eu mais gosto de celebrar ao longo do ano, não por ser a passagem de 2008 para 2009, mas sim porque é aquela em que podemos festejar mais à vontade, longe das grandes confusões que muitas vezes podem surgir nas cidades. Prometo passar aqui ainda antes de ir embora, e deixar uma breve reflexão do que foi este ano para mim e daquilo que espero que 2009 me traga ou continue a trazer. Bem, por agora vou voltar para o meu Word e continuar a reflectir sobre Salazar e o seu Estado Novo.
Alegrem-se as nossas almas, porque é Natal! Jesus nasceu! Engane-se quem disser que o Natal foi ontem, pois esse é apenas o dia de maior expressão do nascimento de Jesus. Um nascimento que deverá acontecer em cada um de nós a cada dia que passa, pois Jesus Cristo nasceu para dar a vida ao mundo. Não me posso esquecer, que de todos os feriados religiosos que gozamos, este é o único que toda a gente conhece. Engane-se também quem associa o Natal unicamente a presentes e ao Pai-Natal. É claro que também comprei presentes, não o vou negar. Mas, para mim, isso vem sempre por acréscimo após a consciencialização de que dar presentes no Natal é mostrar ainda mais a lembrança e compaixão que devemos ter uns pelos outros. É engraçado e, ao mesmo tempo triste, ver a leveza que o Natal tem para os meios de comunicação, mais propriamente a televisão, que não se inibiu de na noite de 24 começar o bombardeamento de anúncios sobre o ano novo. Deus envia-nos o seu filho para dar a vida ao mundo. Saibamos nós viver o Natal do Senhor em cada dia das nossas vidas.
Já só faltam uns escassos, mas igualmente dolorosos 4 dias para entrar nas férias natalícias. Para descansar os músculos, ossos e mente. Para comprar os presentes de Natal. Para ver a pilha de filmes que tenho por casa à meses e que ainda não consegui ver descansado. Para brincar mais tempo com o meu pequeno sobrinho Tomás que acabou de fazer 2 meses mas já está um homem. Para treinar com afinco e sonhar com voos mais altos. Para passar mais tempo, e sobretudo com mais qualidade, com a namorada, amigos e família. Porque o Natal é isso e muito mais.
O meu post anterior foi um desabafo e, mais que isso, um texto que marcou um retiro pessoal e silencioso para reflexão que decidi fazer ao longo da última semana. É não só, mas também por isso que não posto desde a passada terça-feira. Tem sido verdadeiramente frustrante e desapontante ver trabalhos visivelmente inferiores a outros, incluíndo por diversas vezes os meus, serem classificados com notas muito superiores àquilo que realmente valem. Sexta-feira passada, fiz uma promessa para comigo mesmo: aproveitar o fim-de-semana alargado para "renascer das cinzas" e dar a volta por cima a todas estas adversidades com que me tenho deparado. Em boa hora essa decisão aparece, pois estas últimas duas semanas antes das férias do Natal estão a prometer ser o mais movimentadas possível. Assim, retomamos esta semana a Música da Semana. Nada melhor que um produto nacional, contendo uma frase-chave no refrão que vem bem ao encontro daquilo que Deus me tem dito para fazer, nos últimos dias. Dr1ve e Lúcia Moniz com "A Wish".
Please don't be scared I won't disappoint you just look at my face I shouldn't love you any way
I wanna try it... I think I'm already trying! I'm already trying!
Because I believe it Yes I believe it And I am trying...
Please keep fighting... Keep fighting Together we can build something beautiful Please keep fighting... Together we'll build love
I can't live without you Could I ever learn how to live with you Because I believe it Yes I believe it And I I'm trying...
Please keep fighting... Keep fighting Together we can build something beautiful Please keep fighting... Together we'll build love
fighting... fighting... I won't give up on you please keep fighting together we'll build love
don't you give up now on me, I won't give up on you!
A motivação é algo que mexe muito (ou não) connosco. Ter um motivo, ou uma predisposição para fazermos algo é meio caminho andado para termos sucesso naquilo em que procuramos ser bons. Essa mesma motivação tem-me faltado, no que à escola concerne. E não é, nem acredito que alguma vez será, pelo curso em si. Acho que nunca vou por em causa a vida que eu escolhi,(já dizia o Tony Carreira numa das suas músicas) aquilo que estou a aprender, a sua utilidade para o futuro, bem como a minha identificação com essa profissão que pretendo obter. A desmotivação está a crescer, alimentando-se de episódios diários. Toda a gente teve professores que gostava mais, outros que nem tanto... Depois de um primeiro ano com professores bons e medianos, em que facilmente se conseguia conviver até mesmo nas aulas ditas "secantes", este ano deparo-me com professores intransigentes e incompreensivos. Dei por mim a pensar que, nos cerca de 8 professores que tenho este semestre são apenas uns dois que ainda não assumiram este tipo de atitudes. Estou farto da prepotência, da arrogância e despotismo expresso nas palavras dos professores que tantas vezes nos inibem de participar mais nas aulas, com medo (e a certeza também) de que os nossos pontos de vista não sejam validados como pertinentes. Fala-se muito da avaliação dos professores, principalmente no ensino básico. Também não concordo com muito daquilo que é o plano de avaliação de professores, mas ao mesmo tempo, lembro-me destes e de outros professores que já tive e que não sabem onde termina a sua autoridade legítima enquanto professor e começa a interacção pedagógica com o aluno.
Aproveito o dia de hoje, o início do mês de Dezembro, para desejar a todos os que acompanham este espaço, um feliz e Santo Natal. Não deixem que o consumismo das prendas de Natal vos invada, pois isso não é de forma alguma o mais importante nesta época que iremos viver. O Natal deverá ser um momento no qual procuramos dar ainda mais valor áqueles que nos acompanham ao longo da nossa vida, entre amigos e, fundamentalmente família. São esses pelos quais vivemos e devemos dar graças a Deus pela dádiva que Dele recebemos. À dois Natais passados, se não estou em erro, uma amiga deu-me a conhecer um site onde podemos fazer uma pequena brincadeira de Natal para os nosso amigos. Este ano, conta com novas e divertidas funcionalidades. Farto daqueles típicos cartões de Natal animados que se encontram por aí, venho por este meio desejar a todos um Feliz Natal. Espero que gostem, e não deixem de criar o vosso próprio Elf.
Mais uma grande música deste senhor que vai emergindo no estrelato musical, dono de um nome um pouco difícil de pronunciar, mas com músicas incrivelmente bem dispostas. Jason Mraz num dueto com James Morrison e este "Details in the Fabric", extraído do excelente álbum "We Sing, We Dance, We Steal Things".
Calm down Deep breaths And get yourself dressed instead Of running around And pulling all your threads and Breaking yourself up
If it's a broken part, replace it But, if it's a broken arm then brace it If it's a broken heart then face it
And hold your own Know your name And go your own way Hold your own Know your own name And go your own way
And everything will be fine Everything will be fine mmmhmm
Hang on Help is on the way Stay strong I'm doing everything
Hold your own Know your name And go your own way Hold your own Know your name And go your own way
And everything, everything will be fine Everything
Are the details in the fabric Are the things that make you panic Are your thoughts results of static cling?
Are the things that make you blow Hell, no reason, go on and scream If you're shocked it's just the fault Of faulty manufacturing.
Yeah everything will be fine Everything in no time at all Everything
Hold your own And know your name And go your own way
Are the details in the fabric (Hold your own, know your name) Are the things that make you panic Are your thoughts results of static cling? (Go your own way)
Are the details in the fabric (Hold your own, know your name) Are the things that make you panic (Go your own way) Is it Mother Nature's sewing machine?
Are the things that make you blow (Hold your own, know your name) Hell no reason go on and scream If you’re shocked it's just the fault (Go your own way) Of faulty manufacturing
Everything will be fine Everything in no time at all Hearts will hold
Venho agora para vos falar de um programa telivisivo que não vem de modo algum, revolucionar a televisão portuguesa como é muitas vezes costume dizer, mas que se tem vindo a destacar pelo seu divertido formato. Falo-vos de CQC - Caia quem Caia. É o novo programa humorístico da Tvi (estou boquiaberto à cerca de meia-hora por estar a falar bem pela primeira vez da Tvi) que estreou à cerca de um mês e que vêm, a meu ver, fazer frente a "Zé Carlos" dos saturados Gato Fedorento da Sic e ainda a "Os Contemporâneos" da Rtp1, embora estes programas passem todos a dias distintos. CQC é mais um daqueles programas que são originais de outros países, e que as televisões nacionais compram, alterando ligeiramente o formato tendo em conta o público-alvo que pretendem alcançar. Apresentando por José Pedro Vasconcelos, o co-apresentador da Quinta das Celebridades; Pedro Fernandes (participava na "Revolta dos Pastéis de Nata" da Rtp2) e ainda por Joana Cruz, conhecida como locutora da RFM e também como repórter do "Êxtase" e "Episódio Especial". Em género de resumo semanal de notícias, este novo programa apresenta como principal ingrediente uma profunda ironia e sarcasmo sobre todos os assuntos abordados, desde a política ao desporto, passando por eventos sociais. Um programa diferente dos restantes, na medida em que os apresentadores/entrevistadores têm "lata" suficiente para gozar com situações e acontecimentos sem ter que vestir a pele de outras personagens. O programa tem várias categorias: o CQC teste que é feito a personalidades conhecidas, que levantam um pouco o véu da sua gnorância quando confrontados com perguntas simples; as fabulosas aulas de inglês com Mr. Jones; o repórter inexperiente que faz desesperar os famosos entrevistados ou ainda o Top5, uma espécie de "Tesourinho Deprimentes" que faz semanalmente uma lista de momentos ridículos de programas televisivos. É pena o programa dar aos sábaso à noite, uma ocasião em que muito raramente estou em casa, não conseguindo seguir o programa. No entanto, a maravilha que é o Youtube possibilita ver posteriormente os melhores excertos do programa. Vejam os vídeos que trago a seguir, ou então visitem o site do programa, espero abrir-vos o apetite. Um programa que recomendo.
Esta semana chegou a minha casa através da publicidade do correio, o habitual catálogo do Continente para o próximo Natal. Tendo em conta que os anúncios alusivos ao Natal, bem como a enormidade de luzes de Natal que iluminam as cidades já estão no "ar" desde os fins de Outubro, a chegada deste folheto chega um bocado tarde. Ainda assim, todos os anos costumo guardá-lo por alguns dias porque gosto de ver as evoluções e invenções que as marcas fazem para atrair as crianças e adolescentes. Também há este ano um factor especial: devemos ter em conta o factor T, do meu sobrinho Tomás que pelo Natal terá cerca de 2 meses e meio e por isso, é importante fazer um estudo de mercado para tirar ideias para o presente do tio Rui. Ao mesmo tempo, como "projecto de futuro educador" que sou, é importante ver e analisar o que é oferecido às crianças e se isso está de acordo com as suas capacidades motoras, físicas ou até mesmo cognitivas, tendo em conta aquilo que eu já sei sobre o assunto. Este catálogo conta com cerca de 110 (!) páginas de brinquedos com direito a índice, dividindo tudo pelas mais variadas categorias. Só tenho a criticar negativamente este catálogo, enquanto o folheio. Primeiro, a quantidade de papel que não terão gasto no catálogo. Cada casa receber um catálogo com cerca de 110 folhas não ultrapassa o catálogo da Ikea, mas a tiragem deve ser bem superior à deste último. Depois, o catálogo apresenta a categoria "Primeiros Brinquedos" mas podemos muito bem encontrar nessa mesma categoria brinquedos que vão desde os 0 meses até +18 meses. Ora ao fim de 18 meses de vida, a criança já terá tido não um primeiro mas muitos brinquedos. A explicação: em vez de dizer na "Primeiros Brinquedos", deveria ser "Happy Bear". Porque este é o nome da marca que fornece todos esses brinquedos e é a única coisa que há em comum nessa página. É inegável a intenção deste e de qualquer catálogo desta natureza. "Vender, vender, vender..." já dizia o meu gerente nos meus tempos de funcionário da Staples Office Centre. E a verdade é mesmo essa. Este catálogo tem indicação das idades recomendadas para a maior parte dos brinquedos que apresenta, muito provavelmente estabeleceu rigídos critérios de selecão nos brinquedos que decidiu colocar à venda nas suas lojas, mas no fundo é sempre uma questão de marcas, prevalecendo aquelas que têm mais renome e poder.
Estou de regresso aos treinos depois da lesão contraída à cerca de um mês, bem como à convocatória para o jogo deste fim-de-semana. Um jogo que se adivinha complicado, pois esta semana é a "festa da taça" e tal como o futebol profissional que se mistura com as divisões inferiores amadoras, nós amadores, não jogamos contra profissionais mas "apanhamos" amadores que jogam em divisões acima da nossa. Depois de termos conhecido pela primeira vez o sabor da derrota para o campeonato ao fim de 8 jornadas, o campeonato pára para dar lugar ao jogo da taça que é fora com o Vialonga e que segue no primeiro lugar da sua divisão (uma acima da minha). Voltar a treinar depois de algumas semanas parado, é encarado por mim com uma motivação ímpar e isso faz-me reconhecer como é essencial para mim dar uns toques na "chicha" ao fim do dia e aos fins-de-semana. Quanto ao meu joelho direito resta anunciar que parece outro, está bom de saúde e recomenda-se.
Mais uma vez, o acelerado ritmo semanal não tem dado hipóteses a postagens mais assíduas e oportunas. Mais uma vez, a música da semana não apareceu quarta-feira. Eu tenho visto a cara de desalento das pessoas quando entro no autocarro e a angústia das pessoas que passam por mim na rua. Mesmo assim, faço por nunca me desligar completamente deste espaço, e acho que o título da música que escolhi esta semana vem ao encontro dessa filosofia: de nunca nos desligarmos daquilo que é realmente importante para nós. A persistência é uma qualidade que eu aprecio. "The Man Who Can´t Be Moved" - The Script.
Going back to the corner where I first saw you, Gonna camp in my sleeping bag I'm not gonna move, Got some words on cardboard got your picture in my hand, Saying if you see this girl can you tell her where I am, Some try to hand me money they don't understand, I'm not...broke I'm just a broken hearted man, I know it makes no sense, but what else can I do, How can I move on when I'm still in love with you...
Cos if one day you wake up and find that you're missing me, And your heart starts to wonder where on this earth I can be, Thinking maybe you'll come back here to the place that we'd meet, And you'd see me waiting for you on the corner of the street.
So I'm not moving... I'm not moving.
Policeman says son you can't stay here, I said there's someone I'm waiting for if it's a day, a month, a year, Gotta stand my ground even if it rains or snows, If she changes her mind this is the first place she will go.
Cos if one day you wake up and find that you're missing me, And your heart starts to wonder where on this earth I can be, Thinking maybe you'll come back here to the place that we'd meet, And you'd see me waiting for you on the corner of the street.
So I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.
People talk about the guy Who's waiting on a girl... Oohoohwoo There are no holes in his shoes But a big hole in his world... Hmmmm
and maybe I'll get famous as man who can't be moved, And maybe you won't mean to but you'll see me on the news, And you'll come running to the corner... Cos you'll know it's just for you
I'm the man who can't be moved I'm the man who can't be moved...
Cos if one day you wake up and find that you're missing me, And your heart starts to wonder where on this earth I can be, Thinking maybe you'll come back here to the place that we'd meet, And you'd see me waiting for you on the corner of the street. [Repeat in background]
So I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.
Going back to the corner where I first saw you, Gonna camp in my sleeping bag not I'm not gonna move.
Indo ao site da minha faculdade, entre o acesso a tópicos vários relacionados com a escola, podemos ver igualmente na página inicial algumas notícias e eventos intimamente ligados à escola. Num dos eventos mais recentes pode ler-se como título: "Comemorações do Dia Mundial da Sida". A pergunta que faço é se agora descobriram que a Sida é uma coisa boa, tão boa que até já se comemora. Não seria melhor as "Comemorações do Dia Mundial da Luta Contra a Sida", à imagem de outros dias dedicados à luta contra as adversidades que apoquentam a humanidade. Não sei, é só uma sugestão...
Semana atarefada, a que passou. Atarefada com aulas, alguns trabalhos, idas a exames médicos, reuniões de curso e ainda tratamento da lesão ao fim do dia. Indo por partes, quero dizer que a apresentação de Expresão Musical,à qual fiz aqui referência a semana passada, correu relativamente bem segundo a primeira apreciação do professor. Parece que a tartaruga Tuga foi convincente! Quanto ao outro trabalho, aquele de Expressão Dramática, também correu bem, e só podia correr dessa forma, depois de ficar a prepará-lo na noite anterior até perto das 5h da madrugada. "Depois da tempestade vem a bonança". Se de quarta para quinta-feira dormi somente umas duas horas, ontem tirei a "barriga de misérias" e a seguir ao almoço deu para umas boas peladinhas de matraquilhos lá na faculdade. Correndo o risco de ser chamado de faz-nenhum, acho por bem não revelar o tempo que estive a jogar mas acreditem que foi bastante. Olhando para as minhas mãos conto três bolhas, duas delas praticamente secas e uma num estado deplorável. Ainda durante esta semana, fiz trabalho específico (fica sempre bonito usar estes termos técnicos como os jornalistas de desporto) para fortalecer o meu joelho que felizmente já não padece de dores, estando previsto o regresso aos treinos lá para a próxima quarta-feira. Independentemente dos trabalhos terem corrido bem, acho que podiam ainda ter ficado um pouco melhores. E tanto num como no outro, senti um nervosismo impróprio e muito estranho que me tem vindo a acompanhar já à algum tempo nas intervenções que tenho de fazer na escola. Não sou daquelas pessoas que fica com vontade de ir ao wc antes de uma apresentação, ou que deixa de dormir na noite anterior por causa da ansiedade. Acho que estou a passar por uma crise de confiança, embora não saiba porquê. N.d.r: Procurar elevar a minha auto-estima brevemente.
Este som tem feito furor nas rádios ao longo das últimas semanas. Uma boa onda, com música bastante ritmada e que facilmente fica no ouvido, num estilo comparável ao dos Black Eyed Peas. Embora fisicamente não o aparentem, os Madcon são oriundos da Noruega, com raízes africanas. Esta música que hoje vos apresento, intitulada "Beggin", é um cover de uma música de 1967 cantada pelos The Four Seasons juntamente com Frankie Valli. Beggin...uh uh uhhh...
Oooh Put your loving hand out, baby I'm beggin
Beggin, beggin you Put your loving hand out baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
Ridin high, when I was king Played it hard and fast, cause I had everything Walked away, won me then But easy come and easy go And it would end
Beggin, beggin you Put your loving hand out, baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
I need you, (yeeah) to understand Tried so hard To be your man The kind of man you want in the end Only then can I begin to live again
An empty shell I used to be Shadow of my life Was hangin over me
A broken man Without a throne Won't even stand the devils dance To win my soul
Beggin, beggin you Put your loving hand out, baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
I'm fighting hard To hold my own No, I just can't make it All alone
I'm holdin on I can't fall back Now that big brass ring Is a shade of black
{Tshawe Baqwa} Beggin, beggin you Put your loving hand out, baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
Beggin, beggin you Put your loving hand out, baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
Beggin, beggin you Put your loving hand out, baby Beggin, beggin you Put your loving hand out darlin
A pedido de algumas pessoas que frequentemente visitam este meu "bocado de terra" onde vou cavando alguns textos, que gostam de conhecer alguns dos trabalhos que tenho de realizar ao longo do meu curso, aqui deixo duas apresentações que tenho que magicar para a próxima semana. Uma delas, diz respeito a um trabalho inserido em Música III, no qual foi proposta a criação de um conjunto de actividades direccionadas para a 1ª Infância (0-3 anos).
Esta é a tartaruga Tuga, um fantoche tartaruga feito a partir de esponjas e de uma luva. Não é minha, nem tão pouco seria capaz de ter sido eu criá-la, pois é digna de profissionais do ramo. Esta tartaruga é manipulada através de uma simples luva que ao mesmo tempo representa as patas, podendo dar assim vida ao animal. O meu grupo de trabalho vai fazer uma história musical centrada num episódio em que a tartaruga Tuga é a protagonista, e ela será o principal recurso utilizado para desenvolver a actividade. Um outro trabalho engraçado que tenho que pensar para esta semana, é escolher uma técnica de conto de histórias (fantoches de dedo, teatro de sombras, leitura expressiva da história, entre outras) e apresentá-la na turma como se estivesse na minha sala do jardim de infância. Ainda estou na fase de escolher a história, mas já são muitas as ideias para a concretizar da melhor forma.
Está para breve a saída em Portugal, do novo Volkswagen Golf VI, a mais recente e bonita de todas versões a que este modelo foi sujeito ao longo dos seus 24 anos de vida. Esta é a sexta geração de um carro que é um ícone nacional, apesar de a Volkswagen (Volks, que significa "carro do povo") ser uma marca alemã. Adoro o Golf V, mas o novo Golf VI vem para me baralhar as contas. Este é o meu carro de eleição, considero-o a "minha cara". Assim que começar a trabalhar e pensar em comprar um carro é este que eu vou querer, saíam os modelos que saírem.
Está encontrado o feliz contemplado que herdará de George W. Bush a Casa Branca. Aquela onde, não à muitos anos, um outro presidente - na madrugada passada, passou a ser o antepenúltimo - de seu nome Bill Clinton, brincou aos médicos com Monica Lewinski. Depois de uma novela que se arrastou por quase um ano, com congressos repletos de propaganda sobre a guerra no Iraque e Afeganistão, a economia mundial ou as dificuldades internas do país, eis que se chegou à eleição "oficial" do novo presidente. Acho que não era preciso perceber muito da coisa, para prever que iria ser Barack Obama o vencedor. O homem tinha tudo a seu favor: com uma aparência e espírito bastante jovial, é o primeiro negro a tornar-se presidente dos Estados Unidos, isto 145 anos depois de Abraham Lincoln abolir a escravatura. Obama era igualmente o favorito de alguns dos mais influentes líderes mundiais para suceder a Bush. É por isso que esta semana escolho a música "Dear Mr. President" da irreverente Pink, que possui uma letra dirigida em particular ao Bush, mas que se pode aplicar a qualquer presidente, inspirando-o a uma introspecção. Pode ser que o Obama passe para ler o meu blog... ou o Cavaco Silva.
Dear Mr. President Come take a walk with me Let's pretend we're just two people and You're not better than me I'd like to ask you some questions if we can speak honestly
What do you feel when you see all the homeless on the street Who do you pray for at night before you go to sleep What do you feel when you look in the mirror Are you proud
How do you sleep while the rest of us cry How do you dream when a mother has no chance to say goodbye How do you walk with your head held high Can you even look me in the eye And tell me why
Dear Mr. President Were you a lonely boy Are you a lonely boy Are you a lonely boy How can you say No child is left behind We're not dumb and we're not blind They're all sitting in your cells While you pay the road to hell
What kind of father would take his own daughter's rights away And what kind of father might hate his own daughter if she were gay I can only imagine what the first lady has to say You've come a long way from whiskey and cocaine
How do you sleep while the rest of us cry How do you dream when a mother has no chance to say goodbye How do you walk with your head held high Can you even look me in the eye
Let me tell you about hard work Minimum wage with a baby on the way Let me tell you about hard work Rebuilding your house after the bombs took them away Let me tell you about hard work Building a bed out of a cardboard box Let me tell you about hard work Hard work Hard work You don't know nothing about hard work Hard work Hard work Oh
How do you sleep at night How do you walk with your head held high Dear Mr. President You'd never take a walk with me Would you.
"Todos diferentes, todos iguais". O Homem, como ser em permanente construção desde o seu nascimento até à morte, interage com o meio em que se encontra inserido e assim adquire uma identidade ímpar. Esta pequena definição daquilo que para mim é o Homem do ponto de vista social, é a casa de partida para este post. A escola é certamente um dos "meios" mais diversificados que encontramos ao longo da nossa vida. Esta diversidade no grupo escolar, leva naturalmente à criação de sub-grupos escolares, os designados "o meu grupo de amigos" que dentro de uma turma se formam quase que naturalmente agregando pessoas que se identificam umas com as outras. Desde o primeiro ano que a minha turma da escola vem vivendo uma situação algo delicada de rejeição e discriminação em relação a uma colega que não caíu no goto da grande maioria, por razões que a própria razão desconhece. Rejeição essa, da qual eu muitas vezes fui cúmplice, não por também apontar o dedo à colega, mas sim por agir quase sempre em conformismo com a posição da turma. Mês e meio de aulas é tempo suficiente para duas professoras atentas e "batidas" no ensino repararem que há alguém que se encontra à margem. Uma conversa com uma delas, na intenção de descrever um possível caminho a tomar para melhorar as coisas, foi o motor de arranque para que as coisas mudassem. Ou que pelo menos se comece a fazer por isso. A semana passada foi o momento de dar o murro na mesa, que apesar de vir atrasado, nunca é indispensável. Juntamente com uma colega, iguaklmente sensível a este problema, decidimos falar separadamente com a colega visada, e depois com o resto da turma. Isto, sem o cruzamento dos intervenientes, pois se frontalidade era algo que até então nunca tinha havido, não iria ser esse o pretexto para se realizar um "julgamento" de 28 contra 1. Dou graças a Deus, pela coragem que me deu para ser o mais frontal e directo que consegui, e que nos é caracteristicamente tão difícil. Foi estranhamente "fácil" conversar com a colega, tal como foi fácil perceber que ela não tinha noção de factos concretos que conduzissem à aversão da sua pessoa por parte dos outros. Na segunda parte da tarefa, tenho plena consciência de que fui duro nas palavras que dirigi à turma. Não sei se tinha esse direito, mas a verdade é que foi o explodir de uma necessidade que fui alimentando no tempo e que tinha necessariamente de ser "curto e recto". Se as coisas vão ou não melhorar, só o tempo o dirá. Há a promessa de todos procurarem mudar a postura e, através de simples gestos, começar a reconstruir a relação com a colega. Para mim, já houve algo que mudou. Depois destas diligências, deixei de sentir o peso da impotência e isso deixa-me bastante agradado e confiante num ambiente escolar mais harmonioso e puro daqui para a frente.
"Ainda que eu fale a língua dos anjos, se não amo os meus irmãos, sou como um sino a ressoar."
A lesão contraída no jogo do passado fim-de-semana tarda em ficar debelada. Faz hoje uma semana que me lesionei e apesar de conseguir andar normalmente e aparentemente sem dores, a verdade é que vou sendo enganado pela acção eficaz da joelheira elástica que tenho utilizado. Quando faço movimentos algo mais repentinos ou de torção do joelho, ás vezes dá cá um esticão... Este tipo de lesões fazem-me sempre pensar naquelas pessoas que veêm o seu dia-a-dia condicionado pelas suas incapacidades, o que acaba por ser uma insignificante mazela quando comparadas com estas. Mesmo assim, frustra-me não ser capaz de dar aquele sprint para apanhar o autocarro que me levaria mais cedo para a escola, ou as escadas que subo com muito cuidado, entre outras coisas. Espera-se que esta semana o joelho apresente melhorias siginificativas, para voltar em força aos treinos na semana seguinte e recomeçar a jogar.
Para sempre admirarei Amália Rodrigues, por tudo aquilo que representou, representa e por certo para sempre representará na memória deste saudosista povo português, como principal mensageira e difusora das nossas tradições, através deste tesouro único que possuímos: o Fado. Perdoem-me os mais nostálgicos ou se preferirmos, os mais conservadores, mas para mim não há voz mais graciosa e eloquente e que mais me apraz ouvir, senão a de Mariza. É claramente a voz mais "audível" desta nova geração de fadistas que aos poucos se vai erguendo, fazendo renascer o reconhecimento do valor que o Fado tem, não só em Portugal, como um pouco pelo mundo inteiro. Convosco para esta semana, Mariza com "Chuva".
As coisas vulgares que há na vida Não deixam saudades Só as lembranças que doem Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história da história da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir
São emoções que dão vida à saudade que trago Aquelas que tive contigo e acabei por perder
Há dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto Gelado e cansado As ruas que a cidade tinha Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva há instantes morrera
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade E eis que ela bate no vidro Trazendo a saudade
Hoje estive novamente com meu sobrinho Tomás, que conta já com duas semanas de vida. É sempre um enorme regozijo estar perto daquela pequenina criança, até mesmo quando ela está a dormir. E dormir, como todos nós sabemos, é aquilo que os bébés fazem melhor nos primeiros tempos de vida. Quando acordou, o tio Rui pegou nele ao colo e deliciou-se um pouco com a impressionante força que ele já tem, e com os "pum's" que de vez em quando ia dando. O Tomás é lindo, e é o orgulho do tio que está desejoso de o ver crescer e com ele brincar e interagir cada vez mais.
Há quem diga que leva muitos pontapés na vida. Metaforicamente falando, a verdade é que isso muitas vezes realmente acontece. Depois há quem, na sua vida de jogador amador também não se livre de levar umas boas porradas. "Saldo" do jogo fim-de-semana contabiliza-se da seguinte forma: um galo mesmo no meio da testa depois de um choque de cabeça fortíssimo com um adversário, o qual ainda não consegui perceber como não me abriu a cabeça; uma paralítica proveniente de uma joelhada na coxa e um joelho que viu e contou de quantos pitons era feita a chuteira do adversário (a título de curiosidade, o mesmo adversário da cabeçada). Isto tudo em menos de 45 minutos, pois as dores no joelho fizeram com que tivesse de pedir a substituição ainda antes do intervalo. Já hoje fui ao hospital, porque médicos no clube "está de chuva", e o primeiro diagnóstico do médico foi uma entorse no joelho direito, deixando a precisão do tempo de paragem para uma consulta que, a ser marcada, seria apenas mais ou menos daqui a um mês. Meus amigos, isto dói-me e até vou ter que andar de canadianas para me deslocar, mas muito sinceramente espero voltar ao activo mais cedo do que um mês. Acabámos por vencer por 2-0, e aproveitando o facto de o 1º lugar ter empatado esta jornada, seguimos já em primeiro com os mesmos pontos, mas com melhor diferença de golos marcados e sofridos.
Para esta semana, a boa onda de Scouting for Girls - "Heartbeat".
Am I alone in your heart? Have I hope with your heart? She's such a teaser, she's such a star. Give me a reason or gimme a chance. Am I alone in your heart, or am I alone...? It tears me apart. Am I alone? Doing all I can do, just to be close to you. Every time that we meet, I skip a heartbeat. Always up for a laugh, she's a pain in the arse. Every time that we meet, I skip a heartbeat. Give me an evening, or give me a night. I'll show you the time, of your life. I'll walk you home safe, from the dark. I'll give you my jacket, I'll give you my heart. But she won't come dancing tonight, She's having the time of her life. Am I alone? Doing all I can do, just to be close to you. Every time that we meet, I skip a heartbeat. Always up for a laugh, she's a pain in the arse. Every time that we meet, I skip a heartbeat. I do love, she does heartbreak. I did love, till she broke my heart. I do love, she does heartbreak. I did love, till she broke my heart. I do love, she does heartbreak. I did love, till she broke my heart. I do love, she does heartbreak. I did love, till she broke my heart. Doing all I can do, just to be close to you. Every time that we meet, I skip a heartbeat. Always up for a laugh, she's a pain in the arse. Every time that we meet, I skip a heartbeat. I skip a heartbeat for you. Doing all I can do, just to be close to you. Every time that we meet, I skip a heartbeat. Always up for a laugh, she's a pain in the arse. Every time that we meet, I skip a heartbeat. I skip a heartbeat for you
E que grande tarde de futebol ontem tive! Tal como o futebol profissional, este fim-de-semana foi dedicado "à festa da Taça". Para eles, a de Portugal, e para nós amadores, a de Lisboa. Um domingo que começou bem cedo, com a hora da concentração marcada para as 10h15m, com direito a um almoço de equipa antes do jogo, que estava marcado para as 14h30m contra o MTBA, equipa para os lados da praia do Magoito em Sintra. Eram 11 horas, e já estava a comer a canja... Pelo meio,tempo ainda para ver em acção e especular em jeito de brincadeira os futuros valores do clube, nos jogos que alguns escalões do clube fizeram em casa. Aproxima-se a hora do jogo e é tempo de constatar as condições excepcionais de jogo: dia de sol mas sem muito calor, bastante público a assistir e um relvado natural com dimensões optimizadas para a prática do futebol, ao contrário do que é habitual. A partir daí, o pensamento centra-se somente em ser um dos escolhidos pelo treinador para jogar a titular. O que felizmente aconteceu, primeiro como trinco (carinhosamente tenho sido apelidado de Petit nos treinos) e mais tarde como defesa esquerdo. Foram quase três horas a jogar à bola, pois ao fim dos 90 minutos registou-se um nulo entre as equipas. Fomos a prolongamento, e à imagem do que aconteceu com o Benfica à noite, só nos penalties é que conseguimos resolver o jogo a nosso favor. Três horas que cansam o físico, por vezes lesionam e que tiram igualmente tempo para outras coisas importantes, como por exemplo, a escola. Mas eu sei que, por muito cansado que fique, o futebol alimenta-me para todas as outras coisas que tenho na minha vida. Esse é o poder do futebol em mim.
Depois de mais uma semana de faculdade e de trabalho, o que a malta gosta é de conviver um pouco ao fim de uma sexta-feira, porque no dia a seguir podemos ficar quase sempre a dormir até mais tarde. A ida a um bar é um simples "gesto" que nos faz conviver com aqueles amigos com quem gostamos de estar, e trocar mais do que dois dedos de conversa. Faz parte. Beber uns copos com os amigos, como usualmente costuma-se dizer. Faz parte. Escolhe-se o que se quer, espera-se pela empregada e quando esta chega fazem-se os pedidos: um scone (por favor ler com um "u" bastante acentuado entre o "o" e o "n", pois foi assim que a autora do pedido o fez, motivando a primeira risada da noite), uma tosta mista,... e claro está, quando se encontram homens à mesa, até pode haver muita variedade, mas a probabilidade de a escolha recair numa cerveja é muito alta. Nunca fiz esse estudo, mas deve ser mesmo alta... Rodrigo: "Então são quatro Carslberg, por favor!" Empregada:"Frescas?" Pedidos feitos, é tempo de esperar. Retoma-se o relato de episódios vividos, momentos menos bons da semana, coisas boas que aconteceram ou estão para acontecer futuramente, projectos futuros. Também faz parte. Finalmente, e não digo "finalmente" para transmitir a ideia que foi muito o tempo de espera, porque até nem foi, eis que chegam os nossos pedidos. Os scouuunes, a tosta mista ainda iria demorar um pouco mais, e as nossas quatro bebidas... quatro leites com chocolate?!A empregada acabava de chegar ao pé de nós com quatro garrafas de leite Ucal, bem geladinhas e ainda com direito a palhinha azul. Catarina: "Desculpe mas acho que se enganou na mesa.." Empregada: "Não pediram quatro Ucal...?"(seguida de uma risada geral) Alguém:"Não, deve ter feito confusão... nós pedimos quatro Carlsberg." Empregada:"Ai meu Deus, que vergonha. Peço desculpa, trago já." De facto, uma situação no mínimo hilariante. Quatro homens numa mesa e iam logo todos beber o mesmo, ainda por cima um leitinho com chocolate, fresquinho e de palhinha azul. Não que tenha dúvidas que Ucal é "provavelmente o melhor leite com chocolate do mundo" e fiquei até algo frustrado, pois já estava a imaginar qual seria o som do vidro das garrafas ao fazer um brinde. Ao mesmo tempo, é difícil perceber como a partir de "Carlsberg", se chegou a "Ucal". Fazendo uma meditação sobre o assunto, acho que a haver engano por parte da empregada, isso seria traduzido em quatro tigelas bem quentinhas. Seria a resposta ao pedido de quatro "Caldo Verdes"....
Esta semana, a música da semana aparece num formato diferente do costume pelo simples facto de os vídeos desta música não serem de grande qualidade. E também, porque nesta e em qualquer que seja a música de Maffalda Veiga, o mais importante não são as imagens mas sim a melodia que absorvemos das suas fantásticas letras. Com participação especial de Susana Félix e Sofia Fróis, "Por Outras Palavras".
E já nasceu o meu sobrinho Tomás!!! Ainda no sábado tinha ido a casa dos cunhados Vera e João e reparado que a barriga da mamã estava tão, mas tão maior do que aquilo que eu julgava humanamente possível! Por falar em humanamente, no meio de tanta alegria e felicidade, não consigo ao mesmo tempo deixar de pensar como é simplesmente maravilhoso o momento de dar à luz. E na graciosidade que esse fenómeno possuí. Num dia, "vejo" o pequenote na barriga da futura mãe e nem passadas 24 horas, já está cá fora. Ainda não estive pessoalmente com ele, mas pelas fotos é lindo. Não esquecer, meus amigos: marcar nas agendas que dia 12 de Outubro é o dia de aniversário do Tomás. Que Deus abençoe a Vida desta criança que veio ao Mundo pela primeira vez.
Ontem foi dia de emoções, e a dobrar. Para além da excelente boa nova, foi dia de regresso à competição no jogo em Malveira da Serra. Joguei a titular e fiquei muito feliz por isso, saíndo a cerca de dois minutos do fim para as palmas do público (brincadeira!). Conseguimos vencer outra vez,desta feita por 3-1 e continuamos para já no 2º lugar, atrás do Olivais Sul que também venceu. No próximo domingo o jogo é em casa frente ao MTBA, a contar para a taça de Lisboa. Ah, e também nesse domingo o meu sobrinho faz uma semana de vida!!
Este post é para ti, caro amigo(a) que tens a particularidade de pertencer à mesma colheita que eu, ou seja, a colheita de 1987, a chamada "geração de ouro". N.d.r: toda e qualquer semelhança ou confusão com a geração de ouro da nossa selecção de futebol é mera coincidência. Quanto mais velha uma pessoa fica, mais depressa parece o passar dos anos. Acho que esta teoria é defendida por todos. Este sintoma nostálgico acentua-se principalmente quando estamos perto de fazer anos (o que por acaso não se verifica neste momento). Algumas recordações:
Se cresceste nos anos 90...
- Ainda te lembras de quando valia a pena acordar cedo ao fim-de-semana para ver os desenhos animados; - 500 escudos dava para tanta coisa!; - Ouvias a Leopoldina dizer "Bem-vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões!" (ainda ouves); - Todas as tuas decisões importantes eram feitas com um "pim-pu-ne-ta"; - Conhecias pelo menos uma pessoa que tinha daqueles ténis com luzinhas; - Vias todas as tardes o Esquadrão Classe A, o Macgyver, o Justiceiro e ainda as Marés Vivas na Tvi; - Querias sempre um Push-pop e a tua mãe nunca te queria dar porque ficavas todo a colar! - Trocavas tazzos e matutolas; - Vias o "Riscos", na Rtp2, e sentias-te muito mais crescido(a). - Achavas piada ao "quarto-escuro"; - Lembras-te de ver os Simpsons e de não perceberes porque é que, sendo desenhos animados, não tinham graça nenhuma.
(baseado num e-mail enviado por um amigo e na minha vivência infantil, conferindo especial destaque ás séries de luxo que a Tvi transmitia na altura.)
De todas as cadeiras que tenho conhecido neste novo semestre, há uma que se tem evidenciado pela positiva e à qual lhe devo o devido destaque. De seu nome Fundamentos da Pedagogia, esta cadeira debruça-se sobre a arte do ensino, de conduzir as crianças ao saber. Nunca pensei que fosse possível dissecar tanto o conceito "educação" como o fiz nas últimas duas aulas. Eu tinha, e ainda continuo a ter a ideia firme de que muitas pessoas tomam a educação apenas na vertente do ensino escolar. Quanto mais não seja pelo facto de termos uma ministra que dirige um Ministério... da Educação. Pois deixem-me dizer-vos que esse pensamento não está correcto. Enganem-se as velhotas que vão no autocarro e que dizem que "esta juventude está perdida" ou que "os jovens de hoje em dia já não têm educação". A educação é simplesmente uma ferramenta que oferece aos indivíduos a possibilidade de adquirir o seu próprio equilíbrio em função das suas capacidades cognitivas, e através da interacção com os vários elementos da sociedade onde vive. E esta inicia-se desde que nascemos e acompanha-nos até ao fim das nossas vidas. Esta discussão tida nas aulas fez-me sentir muito importante. Não na perspectiva da pessoa individual que eu sou, mas sim na missão e no compromisso que tenho perante a minha sociedade. Seguir os valores com os quais me identifico, sem nunca perder os meus próprios valores, aqueles pelos quais oriento a minha postura perante a vida. "A vida deve ser levada com olhar de puto".
Para esta semana, o regresso de um senhor que já havia por aqui passado com a sensacional e muito boa vibe "I'm Yours". Jason Mraz tem sido uma grande revelação, capaz de misturar nas suas músicas diversificados géneros musicais, o que torna o seu trabalho ainda mais fértil, na minha opinião. Para vós esta semana, "Geek in the Pink".
Yo, Brotha A to z, Yo, wussup B, Yo, What time is it?
Ha-ha, It's laundry day!
(do do do...)
Well let the geek in the pink take a stab at it If you like the way I'm thinkin' baby wink at it I may be skinny at times but I'm fat fulla rhymes Pass me the mic and I'm a grab at it Well isn't it delicious crazy way that I'm kissin' This baby listen to this don't wanna miss it while it's hittin' Sometimes you gotta fit in to get in But don't ever quit cause soon I'm gonna let you in but see
I don't care what you might think about me You'll get by without me if you want Well,I could be the one to take you home Baby we could rock the night alone If we never get down it wouldn't be a let down But sugar don't forgetin' what you already know That I could be the one to turn you out We could be the talk across the town Don't judge it by the color, confuse it for another You might regret what you let slip away
like the geek in the pink (do do do...) well like the geek in the pink, yeah (geek in the pink)
Well my relationship fodder don't mean to bother nobody But Cupid's automatic musta fired multiple shots at her Because she fall in love too often that's what the matter At least I talk about it keep a pattern of flattery and She was starin' through the doorframe,and Eyeing me down like already a bad boyfriend Well she can get her toys outta the drawer then Cause I ain't comin' home I don't need that attention, see
I don't care what she might think about me She'll get by without me if she want well, I could be the one to take her home Baby we could rock the night alone If we never get down it wouldn't be a let down But sugar don't forgetin' what you already know that I could be the one to turn you out We could be the talk across the town Don't judge it by the color, confuse it for another You might regret what you let slip away
Hey baby look at me go From zero to hero You better take it from a geek like me Well I can save you from unoriginal dum-dums Who wouldn't care if you com....plete them or not
So what I've got a short attention span A coke in my hand Because I'd rather have the afternoon, relax and understand My hip hop and flip-flops well it don't stop with the light rock A shot to mock you kinda puts me in the tight spot The hype is nothing more than hoo-ha so I'm Developing a language and I'm callin' it my own So take a peek into the speaker and you'll see what I mean That on the other side the grass is greener
I don't care what you might think about me You'll get by without me if you want I could be the one to take you home Baby we could rock the night alone If we never get down it wouldn't be a let down But sugar don't forgetin' what you already know I could be the one to turn you out We could be the talk across the town Don't judge it by the color, confuse it for another You might regret what you let slip away like the geek in the pink (do do do...) I'm the geek in the pink ya'll geek is the color for fall i'm the geek in the pink so i'm the geek ya'll in the pink ya'll geek is the color for fall i'm the geek in the pink
Boas notícias! A carta de desvinculação do Belenenses chegou na passada 6ª feira, o que faz com que eu possa ser inscrito a tempo de jogar no próximo fim-de-semana na deslocação a Malveira da Serra. Parece ficar assim com data marcada o desejado regresso aos jogos oficiais, o que aconteceu pela última vez à cerca de 4 anos atrás, facto que me deixa ainda mais motivado para treinar. Quanto ao desempenho da equipa, (felizmente) não posso dizer que tenha feito especial falta à equipa. Para a taça de Lisboa, passámos à próxima eliminatória. Ao fim da 3ª jornada do campeonato, seguimos em 2º lugar com 7 pontos, correspondentes a duas vitórias e um empate cedido este fim-de-semana. Daqui para a frente, conheço o caminho: é trabalhar no duro e suar muito, e acima de tudo nunca desmoralizar, para ganhar um lugar para o qual naturalmente parto em desvantagem pelo facto de não ter constituído opção para os primeiros jogos.
Tem sido difícil não pensar ou tentar não pensar nisto nos últimos dias. Este sábado, a manhã teria sido passada numa igreja do Lumiar. Juntamente com alguns amigos, seria mais um dos casamentos a que, muito intermitentemente, temos ido cantar como coro de casamentos. Certamente não escapa à atenção de quem está a ler este post, os tempos verbais que utilizo nos verbos ter e ser. De facto, este casamento não se realizou. Foi cancelado, em virtude de 2 dias antes do casamento ter falecido o pai do noivo. Assim que soube, e apesar de nem conhecer os noivos ou qualquer pessoa ligada à família, foi e é-me impossível não ficar chocado com a notícia e sentir-me solidário com a enorme dor sentida. De um momento para o outro a vida pode dar uma grande volta, e este é um triste e duro exemplo disso mesmo. Num dia, planeando os últimos pormenores de uma reunião festiva em nome de duas pessoas que se vão unir no matrimónio e pouco tempo depois, convoca-se a reunião para uma última e saudosa homenagem a um ente querido. Ainda no outro dia, a morte era tema de discussão à hora do almoço na faculdade. Ouvi coisas com as quais concordei, outras não tanto. A única certeza que tenho é que estes são os verdadeiros desígnios de Deus, e Ele faz-nos ver que apenas aqui estamos de passagem. E que não há nada, mas mesmo nada, que possa tornar a minha vida ou a tua vida mais valiosa do que a dos outros. A minha oração está hoje, de forma especial, com todos aqueles que sofrem por este trágico acontecimento.