domingo, 10 de agosto de 2008

Música da Semana

Excepcionalmente esta semana, a música da semana "sai" ao domingo. As férias são tramadas...
Glen Hansard e Marketa Irglova - "Falling Slowly".


I don't know you
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can't react
And games that never amount
To more than they're meant
Will play themselves out

Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you have a choice
You've made it now

Falling slowly, eyes that know me
And I can't go back
Moods that take me and erase me
And I'm painted black
You have suffered enough
And warred with yourself
It's time that you won

Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You've made it now

Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You've made it now
Falling slowly sing your melody
I'll sing along

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Um ar demasiado condicionado

Regresso a casa na mítica carreira do 142, não muito cheia por ser o pico das férias de muita gente. Mal entro na camioneta e me sento, reparo no facto de a temperatura interior ser superior à do exterior, apesar do chegar do fim da tarde. Razão: ar condicionado da camioneta estragado, logo na altura mais crítica do ano, sendo que os únicos bocejos de ar fresco surgiam apenas quando a camioneta parava nas paragens, ou parados no sinal, quando o motorista abria a porta da frente.
Big deal... "não há ar condicionado, mas podemos abrir as janelas". Este foi o meu pensamento imediato. Errado. Camionetas mais sofisticadas, têm ar condicionado e (tecnicamente) não precisam de ter aquelas janelas como existe nos modelos mais antigos. Este deve ter sido muito provavelmente o pensamento de quem as construíu, ou mandou construir.
Esta simples situação deixou-me entretido a pensar sobre isso durante uma parte da viagem. A outra parte foi passada a contar as imensas gotas de suor que saíam dos meus braços.
De facto, quase sempre a evolução humana acaba por nos deixar de boca aberta, pelos avanços que ela nos fornece. Ar condicionado pode fazer mal, como está cientificamente comprovado, mas a verdade é que faz mal mas sabe bem quando nos sentimos confortáveis com a sua acção em nós. Dou o exemplo do ar condicionado porque foi o ponto de partida da reflexão. No entanto, a evolução atinge um patamar tão elevado de funcionalidade aliada ao ser mais prático e mais cómodo, que quem inventa novas tecnologias não conta com a necessidade de criar uma via alternativa. Temos o exemplo do ar condicionado, em que não há janelas que sirvam de alternativa ao ar condicionado estragado, mas também posso referir o caos que seria (será?!) se a gasolina e o gasóleo viverem uma crise idêntica à que aconteceu algumas semanas atrás. Como andarão os veículos? Até mesmo na escola vivemos este tipo de problema. A internet ajuda a realizar trabalhos sem ser preciso recorrer a um único livro de papel, mas isso faz com que um aluno dos dias de hoje tenha a obrigação de ter material de escrita, manuais escolares e... um computador. As matrículas são electrónicas e muitas plataformas de estudo são criadas, como é o caso dos famosos e-learnings ou webmails.
A camuflagem na qual a evolução se esconde é muito forte. Faz-nos crer quase sempre que encontra sempre resposta para tudo e que melhora o que já havia anteriormente, mas a principal desvantagem, é tirar o poder de reversibilidade e de criar alternativas ao Homem. Prezo aqueles que apostam no futuro, salvaguardando o que existiu no passado e através do qual conseguem construir o presente.

Colónia de Férias

Após uns belos dias de verdadeiro dolce fare niente, começou hoje a colónia de férias que estou a fazer pela Junta de Freguesia de Benfica.
Aquando da reunião para alinhavar pormenores de organização e demais informações a saber durante estes dias, foi feita também a escolha do grupo por parte dos monitores. O meu pensamento na altura, foi o seguinte: "Ora, temos miúdos dos 6 aos 12 anos... se ficar com o grupo dos 6 anos, provavelmente vão pedir para eu fazer tudo e mais alguma coisa, são muito dependentes ainda. Os míudos de 12 anos, já devem ser alguns tão altos ou maiores que eu, e rebeldes! Devem "trazer o rei na barriga" e pensar que já conseguem fazer tuo o que lhes apetece."
Sempre gostei dos meio-termos em quase tudo o que faço, e foi por isso que optei ficar com o grupo dos 8 anos. O programa das festas diz que a praia vai ser uma constante todas as manhãs e a tarde vai ser alternada entre passeios/jogos em jardins, e visitas como o Oceanário, ou Castelo de São Jorge, entre outros. Por hoje, já deu para tirar algumas conclusões. Entre elas, destaco duas:
- decididamente a minha vocação profissional no futuro vai assentar nos bébés e na infância até aos 6 anos, no máximo. Para mim, e perdoem-me crianças pela frieza com que o digo, mas quando ultrapassam esta idade perdem a "graça" toda;
- em segundo lugar, eu nunca achei piada à ideia de um dia vir a ser pai de gémeos. Hoje conheci duas almas que contribuem ainda mais para vincar a minha posição. Verdadeiros pequenos terroristas, com uma séria difculdade em permanecer sossegados o pouco tempo que seja.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Música da Semana

Pelo meio das férias... Sufjan Stevens- "To Be Alone With You"


I'd swim across lake Michigan
I'd sell my shoes
I'd give my body to be back again
In the rest of the room

To be alone with you
To be alone with you
To be alone with you
To be alone with you

You gave your body to the lonely
They took your clothes
You gave up a wife and a family
You gave your goals

To be alone with me
To be alone with me
To be alone with me
You went up on a tree

To be alone with me you went up on the tree

I'll never know the man who loved me

sábado, 26 de julho de 2008

Limpeza étnica



(Texto enviado por e-mail, e da autoria de Mário Crespo).

O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. 'Perdi tudo!' 'O que é que perdeu?' perguntou-lhe um repórter.

'Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...' Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga 'quatro ou cinco euros de renda mensal' pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que 'até a TV e a playstation das crianças' lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam 'quatro ou cinco Euros de renda' à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a 'quatro ou cinco euros mensais' lhes sejam dados em zonas 'onde não haja pretos'. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - 'ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.' A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Futebol de regresso a casa

Viva a Rtp! Viva a televisão do estado, que a partir da época de 2009/2010 vai trazer novamente a nossas casas UM mísero jogo da liga portuguesa de futebol, mas certamente em melhor condições que a Tvi fez durante 4 anos de puro martírio.
Já não aguentava ouvir Valdemar Duarte dizer constantemente "meio-campo aluga-se" ou aquelas estatísticas sempre interessantes como "ter até aos 63 minutos, conseguido 10 cantos a nosso favor (Portugal), o que dá... 1 canto por cada 6 minutos e trinta segundos".
Por certo, também já muitos viram este vídeo que foi o auge das transmissões da Tvi, agora com os dias contados:

Também espero qe a Rtp não venha a fazer como estes dois...


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Música da Semana

Pois é... estes dias têm sido realmente difíceis como é o título da música desta semana. Ir para a praia, ir um pouco ao café à noite (não vivo na Quinta da Fonte), não fazer nenhum nem ter grandes preocupações. Realmente é complicado quando se está de férias, como fugimos um pouco ás responsabilidades até acabo por vezes por achar que alguma coisa não está bem, dado o ritmo que vimos da "época" que terminou, mas depois caio novamente na boa realidade que por estes dias vivo. Trabalhadores,vá... sem ressentimentos hein? Matchbox Twenty - "These hard times".


Morning falls like rain into the city life
There goes another night
Losing my breath in waves
Knowing that ever crash is bleading the hourglass
and taking the strife from all our lives

Everyone keeps talking
They promise you everything
But they don't mean anything

We may loose our focus
There's just too many words
We're never meant to learn
And we don't feel so alive

Say goodbye, these days are gone
and we can't keep holding on
When all we need is some relief
Though these hard times
Through these hard times

Move your hands in circles
Keeping me hypnotized
The power behind your eyes
Move around your bedroom cursing the naked sky
You should be here tonight
But you stay alone and cry

Say goodbye, these days are gone
and we can't keep holding on
When all we need is some relief
Through these hard times
There's something missing
You'll never feel it but you
You're gonna feel it when it's gone
When it's gone

Say goodbye, these days are gone
and we can't keep holding on
When all we need is some relief
Through these hard times
(hey) these Hard times
Hard times
Hard times

Say goodbye, these days are gone
Say goodbye, these days are gone
These days are gone

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Jornadas Mundiais da Juventude

As Jornadas Mundiais da Juventude é um evento dirigido a pessoas, na sua maioria jovens, do mundo inteiro. Tendo sido criadas pelo Papa João Paulo II em 1985, as jornadas realizam-se intercaladamente a cada dois ou três anos. Para cada jornada, o Papa sugere um tema subordinado à cada jornada. Apesar de ser proposta pela Igreja Católica, é um convite a todos os jovens do mundo. Para João Paulo II, "...a esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo."
Desde as primeiras jornadas realizadas em Roma até à mais recente, que aconteceu até este domingo em Sidney na Austrália, as jornadas já passaram por locais como Buenos Aires (Argentina), Santiago de Compostela (Espanha), Czestochowa (Polónia), Denver (EUA), Manila (Filipinas), Paris (França), novamente em Roma (Itália) em 2000, Toronto (Canadá), Colónia (Alemanha) e tal como já disse, as mais recentes foram este ano em Sidney, na Austrália. A título de curiosidade, foi no encontro em Manila, no ano de 1995 que as jornadas tiveram o maior número de participantes nas jornadas até hoje: 4 milhões.
Destas jornadas todas que enumerei, tive oportunidade de participar nas penúltimas em Colónia, na Alemanha. Jornadas estas, marcadas por serem as primeiras depois da morte do seu fundador, Papa João Paulo II; e igualmente pela primeira viagem internacional no pontificado do Papa Bento XVI.
Já para Sidney, desde logo foi como que uma utopia pensar sequer em ir, dada a grande distância que separa Portugal da Austrália. Por outro lado, foi boa a notícia de que as próximas jorandas foram designadas para aqui "bem perto" de nós, a realizar em 2011 em Madrid, Espanha.
As imagens seguintes falam por si e são capazes de recordar muitos dos dias vividos...







quinta-feira, 17 de julho de 2008

Rui Costa: o mérito é "teo"!

Para quem vai acompanhando com assiduidade e com mais atenção este meu blog, talvez já tenha estranhado ou simplesmente reparado que aão cada vez menos os textos que têm como tema o futebol.
Não que eu tenha perdido o gosto por esse tão maravilhoso desporto. Nada disso. A verdade é que também é bom desprender por vezes a nossa "identidade" daquilo a que mais estamos ligados e, sendo o futebol um desporto e consequentemente um tema tão banalizado e falado nos nossos dias, muitas vezes sinto que não vou acrescentar muito ao que já fora dito por outros, com o relato das minhas perspectivas, por muito ou pouco conhecedor que possa ser sobre isso.

Mas desta vez, venho excepcionalmente falar de futebol, mais precisamente sobre o novo Benfica que Rui Costa está a erigir. Como benfiquista que sou, sinto-me bastante feliz por aquilo que este grande jogador e agora director desportivo já fez em pouco mais de um mês de funções. Todas as épocas os jornais desportivos vão alimentando o mercado de transferências com nomes, muitos deles provavelmente associados ao Benfica por pura especulação. Mas isto acontecer é legítimo. Afinal de contas, cada um tem que procurar vender o seu peixe, mesmo que as notícias sejam falsas. Mais do que ouvir diariamente mil e um nomes de potenciais jogadores para o Benfica, deixava-me desgostoso o facto de se gastar muito dinheiro, em jogadores que chegaram ao Benfica como perfeitos desconhecidos e que, muitos deles, saíram ainda mais desconhecidos. Com Rui Costa a conversa parece ser outra. Aliando o facto de o novo treinador Quique Flores ser conhecedor e bem cotado em terras espanholas, Rui Costa trouxe finalmente para o Benfica aquele que quanto a mim é o melhor reforço para o Benfica desde que Simão foi contratado ao Barcelona.

Pablo Aimar é um jogador virtuoso, que até pode vir a não ser decisivo no esquema táctico do Benfica como já muitos estão a denominá-lo. Esperemos que me engane, mas até pode vir a alternar bons jogos com lesões. Mas de uma coisa estou certo: com a chegada deste jogador, fica a ganhar o Benfica, e igualmente Portugal e a sua liga de futebol. O país saíra sempre mais credibilizado quando jogadores de renome mundial vêm jogar para o nosso país. Emais do que jogar bem, Aimar vai contribuir imenso para que no futuro consagrados jogadores pensem duas vezes quando estiverem perante ofertas do Benfica e de outros clubes de ligas mais competitivas. A dada altura, disse que comprava o lugar de época se o Aimar viesse e mais um bom reforço viessem para o Benfica, de preferência avançado. Ainda estou a equacionar essa hipótese, embora não queira para já entrar em euforias. Próximo passo: contratar Thierry Henry!

Pequenos senhores

"Demos tanta força ao Cristiano Ronaldo... e ele não fez nada" (Tiago, 5 anos)

"Eu bem disse que no Ratatui aparecem ratos mortos..."(Rodrigo, 5 anos)

"O Portugal (Scolari) foi despedido." (Diogo, 4 anos)

"O que são essas coisas (as minhas veias), no teu braço?" (Rodrigo, 5 anos)

"Como a Catarina disse, eu sou o Rui e tenho 21 anos.
- A minha mãe é mais velha que tu."(Gonçalo, 5 anos)

Esta semana, a tempo parcial, tenho ido para a praia de Carcavelos como monitor de crianças, entre os 3-5 anos, através de um voluntariado que estou a fazer no ATL da Quinta do Plátano, na A-da-Beja. Tem sido uma semana boa, que serve para enriquecer o meu currículo, servindo igualmente de "aquecimento" (e que belo aquecimento, com o termómetro a subir sempre dos 30ºC para cima) para os 15 dias exaustivos de trabalho que me aguardam no mês de Agosto, desta feita na Junta de Freguesia de Benfica.
Não encontro palavras para explicar o quão gratificante é para mim o simples convívio/a elevada responsabilidade de olhar pelas crianças. Ficar a observá-las a brincar, a inter - relacionarem-se sem intervir é, no mínimo, mágico. E no meio destas irrequietas e enérgicas crianças, torna-se tão fácil de lhes retirar um feliz e sincero sorriso, apenas com um olhar matreiro. Ao fim de meio dia de praia, penso que consegui cativá-los no geral. Já me perguntavam se vinha no dia seguinte, no meio de um pequeno mas sentido abraço à minha cintura por parte da pequena Catarina; as inúmeras solicitações para fazer par comigo de mão dada no comboio para o autocarro; se no caminho de regresso ao ATL íriamos continuar a ver o Ratatui que tinha dado na viagem para a praia, qual é que era o meu clube de futebol...
A hora de ir à água será sempre motivo de regozijo e ponto alto durante as colónias de férias, por mais dias que ja se tenha ido à praia com as crianças. Saltar as ondas, meter os óculos de mergulhador que o pai comprou, berrar com a água gelada, tudo isso faz parte.
Um dia espero repetir este post. Claro que não é re-escrever aquilo que escrevi agora. É escrever, a curto prazo sobre as travessuras e disparates do meu sobrinho Tomás que chegará em meados de Outubro e, mais lá para a frente, contar-vos as peripécias e aventuras da minha própria turma, dos meus pequenos.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Música da Semana

Jason Mraz - "I'm Yours".

Well you done done me and you bet i felt it
I tried to be chill but you were so hot that i melted
I fell right through the cracks and i'm trying to get back
Before the cool done run out I'll be giving it my bestest
Nothin's gonna stop me but divine intervention
I reckon its again my turn to win some or learn some

I won't hesitate no more, no more
it cannot wait, i'm yours

Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment maybe sing with me
I like peaceful melody
Its your godforsaken right to be loved love loved love love

So i won't hesitate no more, no more
It cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
This is our fate, i'm yours

I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bendin' over backwards just to try to see it clearer
My breath fogged up the glass
So i drew a new face and laughed
I guess what i'm sayin is there ain't no better reason
To rid yourself of vanity and just go with the seasons
Its what we aim to do
Our name is our virtue

I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
Theres no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours

Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I love one big family
Its your godforsaken right to be loved love loved
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I like happy melody
Its our godforsaken right to be loved love loved love

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Desânimo

Eu não sou de ficar de braços cruzados e ver tudo a cair á minha frente. Eu não sou daqueles que se habituaram a ter tudo o que querem e que quando o querem estalam os dedos e têm logo tudo á mercê. Também sei ser receoso e descrente naquilo que posso entregar de mim. Mas a minha fibra é feita de esforço, entrega e acima de tudo, muito, mas muito querer. Tenho muitas pessoas conhecidas, mas são poucas as que me conhece na totalidade. Quem assim me conhece, sabe que há algo que me faz sempre querer mais. Sinto-me desanimado e acima de tudo incompleto...falta-me algo para me sentir "preenchido", mas ando a tratar disso.

domingo, 13 de julho de 2008

Pensamento do dia

"Por muito que as festas com carrinhos de choque e kangurus saltitantes sejam muito "brejeiras", como se costuma dizer, conseguem muitas vezes passar músicas de fazer inveja a muitas pistas de dança por essas discotecas fora".

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Música da Semana

Esta semana a escolha recaí novamente sobre o que de melhor temos no nosso Portugal musical, apesar desta música ser cantada em inglês. David Fonseca e Rita Redshoes - "Hold Still".

In this little town
cars they don't slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts

I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you're so far away

Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still

I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But man you're so far away

Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
You're so close, I can feel you all around me boy
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there

Oh, hold still for a moment and I'll find you
You're so close, I can feel you all around me
And I could hold you if you just stood still
Oh, I'll hold still for a moment so you'll find me
I'm so close, I'm just a small step behind you
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there
I know you're somewhere out there

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Vai ser um Panda-mónio

Há muitas formas de aproveitarmos o nosso tempo livre e quando o temos, é bom saber que podemos contar com uma variedade considerável de coisas para fazer. O cinema é um desses hobbies, que ao contrário de muitos outros, caíu em desuso aqui por estas bandas. Muito por culpa da cada vez maior falta de tempo, da facilidade com que temos agora acesso aos dvd's de filmes que nem dois meses levam da retirada da sala dos cinemas, (seja através dos clubes de vídeo, ou por outras formas), do preço exorbitante que nos levam por uma ida ao cinema. Ainda assim, há aqueles filmes que reúnem alguns dos actores que dos nossos pontos de vista trabalham melhor essa arte, e muitas vezes sacrificamos algumas horas de sono para ir à sessão da meia-noite, porque outro horário que não esse é praticamente impossível.
Isto para promover um filme que promete ser muito animado, e que me está a suscitar o interesse de fazer a romaria até "uma sala perto de si". "Panda Kung Fu" é a história de um karaté kid na versão panda, mas desta vez não haverá o mestre Myagi . Este filme promete ser um verdadeiro panda-mónio.


quarta-feira, 2 de julho de 2008

Música da Semana

Mesa - Vício de Ti.


Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.

Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti (2x)

Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.

Enquanto a música não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti (3x)

Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...

Fim ano académico

Estou aparentemente de férias. Aparentemente, porque pode surgir alguma surpresa de última hora nas notas e remeter-me para exame, que será em princípio apenas para melhoria e não para passar a nenhuma cadeira.
Um ano positivo, um primeiro ano que correu tão rápido que pareceu ter sido ontem que entrei pela primeira vez no salão nobre da escola e deparar-me com uma sala cheia de raparigas e (muito) poucos rapazes, entre caloiros e mais antigos. O primeiro de 4 anos de curso, que se costuma dizer que é aquele em que se aproveita mais. Muitos trabalhos, que quase sempre foram para além das horas marcadas no insignifante horário de turma. "Horas extras" a serem pagas no futuro, não me vou esquecer.
Por agora, hora de descansar, arrumar apontamentos e todos os demais materiais de estudo que andam espalhados por casa, para gáudio da senhora minha mãe. Tempo também para me divertir, para fazer a praia campo pela junta de Benfica nos primeiros 15 dias, para andar de bicicleta, para correr e dedicar-me exclusivamente ao meu maior desejo e vontade para este ano, que como muitos sabem é voltar a jogar futebol "à séria". Votos de boas férias para quem as está a gozar, votos não de bom trabalho mas sim de sorte para terem uns dias, para quem está a trabalhar... pois posso garantir que a Costa da Caparica está melhor que nunca (ou não!). Eheh.

sábado, 28 de junho de 2008

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Um passeio por Lisboa

Esta semana, para além da enormidade de trabalhos e acima de tudo, o teste do pequeno cadeirão que foi Ciências, tive de disponibilizar três finais do dia para algumas horas de formação para o praia-campo que vou fazer em Agosto, promovida pela CML.
Reconheço e auto-elogio a minha capacidade de ler mapas com aparente facilidade e de ser um pequeno gps quando se trata de descobrir ruas e ruelas. Esta semana descobri que, apesar de dominar as minhas Mercedes e afins "azuis", vulgo Vimeca, sou um perfeito leigo no que à Carris se refere. Com formação para os lados de Santos, e a sair de Benfica que é onde fica a minha faculdade, senti-me um bocado turista quando chegou a hora de ir para lá. A escolha recaíu no 58, agora 758, pois pelo que parece houve uma reformulação de carreiras à uns tempos atrás na Carris. (houve?)
Desconhecia também que agora não se mostra o passe ao motorista, passa-se por um de dois sensores que estão ao lado deste. Mais prático, mas mais fácil de fugir ao pica quanto a mim.

Marcas que deixam "marcas"

Eu sou daqueles que, do pouco que vê televisão, não se deixa dislumbrar por aquilo que os anúncios promovem. Acho piada ás técnicas e ideias que são utilizadas para vender o "peixe". São os Bifidus Activus, (que até podem muito bem existir); as águas que de forma surpreendente fazem as pessoas perder o apetite, ou até mesmo o creme mais inovador no combate ao envelhecimento. Há, por outro lado, coisas em que sou picuínhas, no que se trata a escolher e comprar bens. Telemóveis e calçado são exemplos disso. Há marcas e características que fazem de mim seu fiel cliente. Mas isso toda a gente tem, muito ou pouco.
Este pensamento vem na sequência do que me aconteceu no passado sábado. Está uma pessoa a preparar algo para reconfortar o estômago e algo de anormal acontece. Tudo bem que a minha tostadeira tem um uso frequente cá por casa, mas isso não quer dizer que eu tenha força suficiente para rachá-la, só pelo simples movimento de prensar as tostas que preparava. A tostadeira nao é toda xpto, mas também não era para se desintegrar, pelo menos daquela forma...